Archive for June, 2009
Os nossos horários
Tuesday, June 30th, 2009Não perca esta semana!
Tuesday, June 30th, 2009Temos o privilégio de ter entre nós a Prof.ª Maria Helena de Aguiar. Com 36 anos de magistério, é a discípula mais antiga do Mestre DeRose. A única pessoa para além do próprio DeRose, a poder ministrar o curso de Shiva Natarája e com conhecimento profundo no tema, este também é o título do um dos seus três primeiros livros a serem lançados brevemente.
Ir-nos-á brindar com uma conversa aberta e descontraída sobre a cultura, na sexta pelas 19h30. No sábado com um dos seus cursos, Yôga e Sentidos. Este aborda temas como o ashtánga sádhana (prática em 8 partes, a principal característica do nosso método), a sensorialidade (levando-nos às raízes do SwáSthya Yôga) e muito mais. Não perca esta oportunidade, é com certeza um curso que irá mexer consigo!
Eu Me Lembro, de DeRose
Monday, June 29th, 2009Trata-se de um livro muito bonito do autor, DeRose. Vale a pena ler!
Fica aqui um capitulo.
Parte II - O Mestre
Quem sou?
De onde venho?
Para onde vou?
Aceitávamos os factos da natureza. Não cogitávamos de vida eterna nem de reencarnação. Ficávamos tristes por algum tempo, mas depois íamos voltando aos nossos afazeres e à nossa maneira de ser, o mais rápido possível. E logo estávamos novamente felizes. Além do mais, havia as outras crianças para cuidar.
Por outro lado, os mais velhos iam cuidando dos irmãos mais novos. Dessa forma, as tarefas eram compartilhadas e não sobrecarregavam os pais.
A essa altura, tomamos consciência de que já não éramos jovens para ter outros filhos. Tínhamos bem mais de 20 anos de idade e certamente iríamos morrer antes de criá-los. Então, passamos a nos dedicar quase que exclusivamente ao serviço do Mestre e à aquisição do Conhecimento.
Devido à morte do nosso filho, o interesse que manifestávamos era iminentemente pelos processos curativos. Inconscientemente, estávamos interessados em salvar a vida de alguma outra criança que eventualmente fosse picada por serpente.
Contudo, o Mestre, pacientemente, explicou-nos que havia coisas mais importantes que a medicina e que estas era muito falha. Que a verdadeira sabedoria não consistia em, meramente, curar uma enfermidade ou tentar salvar o corpo do seu destino inexorável.
- Todos temos de morrer de alguma coisa - disse-nos. Podemos evitar aquilo que depender de nós, mas há outras ocorrências que não dependem da nossa vontade ou dos nossos conhecimentos e esforços. Vicissitudes ocorrem o tempo todo e há bem pouco o que os seres humanos possam fazer para furtar-se a elas. Então, a solução está numa dimensão mais elevada. Não está em conseguir sempre evitá-las, mas em como encará-las e como reagir a elas. Não se trata de aceitá-las passivamente, mas de localizar sua consciência num patamar em que possamos enxergar todas essas coisas do alto, e não mais da nossa perspectiva pessoal, da nossa pequenez egóica.
Confesso que não compreendi nada. Do pouco que entendi, tive a petulância de discordar. Afinal, tratava-se da minha vida, da minha família, dos meus filhos, da minha dor…
O Mestre passou alguns meses ensinando-nos a medicina dos antigos. A cada erva, raiz, seiva, resina, folha, casca de árvore, o Mestre incutia conceitos filosóficos. A cada emplastro, compressa, infusão, cocção, ele insuflava noções indutoras ao autoconhecimento. Assim, pouco a pouco, foi-nos direccionando para uma área de sabedoria na qual lhe interessava mais que nos aprofundássemos e foi-nos afastando do cultivo utilitário das terapias. Em pouco tempo estávamos liberados dos nossos mundinhos e começávamos a divisar um universo fascinante de concepções novas, de percepções extra-sensoriais e de estados de consciência superiores, dadores de uma lucidez indescritível. A isso dedicamos toda a nossa vida, bem como a retransmitir esse Conhecimento.
Clean Party Porto - esta sexta
Monday, June 29th, 2009A Guida fez anos no sábado, parabéns!
Monday, June 29th, 2009Fim-de-semana tem destas coisas. A cabeça está noutro lado e às vezes as coisas passam…
Mas fica aqui o nosso desejo e votos de muita alegria, carinho, saúde e felicidade.
Guida é uma pessoa muito querida e simpática. Tem sempre um sorriso na cara e isso contagia, obrigado!
Beijinhos atrasados
SwáSthya!!
Aulas no Centro Náutico de Faro
Saturday, June 27th, 2009Já estamos de garfo na mão
Friday, June 26th, 2009Faltou a receita do gourmet. Mas aqui está, assim sempre tem a possibilidade de experimentar sua casa!
Daqui a pouco vamos fazer a sessão de fotos do Fest-Yôga. Que tal passar por cá? Fica a proposta.
Já foi ao Blog do DeRose? Vai a quantidade de coisas que aprende, aproveite!
Friday, June 26th, 2009Fofoca? Não acredite. Não ouça. Não incentive. (capítulo do nosso livro Boas Maneiras)
Pessoas inteligentes falam de idéias.
Pessoas medíocres falam de acontecimentos.
Pessoas burras falam de outras pessoas.
Autor desconhecido
Em fofoca não se deve acreditar, nem nas mais ingênuas. Jamais encorajá-las. Lembre-se de que o fofoqueiro é um pombo-correio que leva e traz. O que ele estiver fofocando sobre o Beltrano ausente, provavelmente fofocará a seu respeito assim que você virar as costas. Corte habilmente o assunto ou retire-se sem muito alarde.
Lembre-se do axioma no. 1 da Nossa Cultura: não acredite. Esse é o nosso primeiro dispositivo para neutralizar fofocas.
O dispositivo no. 2 é não passar adiante nenhuma observação que mencione o nome de alguém. Se o comentário tiver nome, morre ali.
O dispositivo no. 3 é o acordo tácito entre nós de que quando alguém tiver algo a comentar, não mandará recado, mas sim falará diretamente com a pessoa interessada.
O dispositivo no. 4 é a confiança e a certeza de que nosso amigo ou companheiro está cumprindo o dispositivo número 3, acima.
O dispositivo no. 5 é o exercício usado na antiguidade e que chegou aos nossos tempos com o nome de telefone sem fio, o qual consiste em formar-se um círculo de pessoas e passar uma frase à primeira, para que ela passe adiante e assim sucessivamente até que chegue ao último do círculo. As distorções são tão grandes e absurdas que nos fazem compreender como surgem os falsos rumores. E, ao mesmo tempo, vacinam as pessoas mais inteligentes para que não acreditem no que ouvirem, seja lá de quem vier a notícia, até das pessoas mais críveis.
Para ilustrar, vou-lhe contar uma história que me foi transmitida como fato real. Na Companhia do Quartel General da Primeira Região Militar, no Rio de Janeiro, o capitão teria se dirigido ao tenente e dito:
— Amanhã haverá eclipse do Sol, o que não acontece todos os dias. Mande formar a companhia às 7 horas, em uniforme de instrução. Poderão, assim, todos, observar o fenômeno e na ocasião darei as explicações. Se chover, nada se poderá ver, e os homens formarão no alojamento, para a chamada.
O tenente ao sargento:
— Por ordem do capitão, haverá eclipse do Sol amanhã. O capitão dará as explicações às 7 horas, com uniforme de instrução, o que não acontece todos os dias. Se chover não haverá chamada lá fora e o eclipse será no alojamento.
O sargento ao cabo:
— Amanhã, às 7 horas, o capitão vai fazer um eclipse do Sol com uniforme de passeio. O capitão dará no alojamento as explicações, se não chover, o que não acontece todos os dias.
O cabo aos soldados:
— Amanhã, às 7 horas, o capitão vai fazer um eclipse do Sol com uniforme de passeio e dará as explicações. Vocês deverão entrar formados no alojamento, o que não acontece todos os dias. Caso chova não haverá chamada.
Entre os soldados:
— O cabo disse que amanhã o Sol, em uniforme de passeio vai fazer eclipse para o capitão, que lhe pedirá explicações. A coisa é capaz de dar uma encrenca dessas que acontecem todos os dias. Deus queira que chova.
Portanto, se você ouviu dizer algo, através de terceiros, não perca o seu tempo acreditando em bobagens.
Por outro lado, a fofoca é uma energia poderosa que pode ser canalizada para fins construtivos. Aprendemos nas artes marciais do Oriente a não opor resistência direta ao ataque do inimigo, mas sim, aproveitar a força dele para levá-lo ao chão. Com a fofoca é a mesma coisa.
Como pessoa pública, fui alvo, a vida inteira, de maledicências atrozes, arquitetadas pelos concorrentes por motivo de inveja das realizações importantes que tive o privilégio de protagonizar. Pois saiba que sempre tirei proveito dos disse-me-disses, transmutando-os em divulgação positiva. Posso declarar que mais da metade dos meus alunos me foram enviados pelos concorrentes que, ao tecerem algum comentário aleivoso, excitaram-lhes a curiosidade. Eles vieram para ver de perto e acabaram gostando do que viram!
Quando você escutar algum mexerico sobre uma pessoa amiga, um colega de trabalho, seu Mestre, seu tipo de Yôga, não tenha acanhamento de dizer em alto e bom tom:
“Não acredito numa palavra do que você está dizendo. Essa atitude não é digna da pessoa educada que você é.”
Se isso não for possível, parta para a gozação:
“O quê? Você está dizendo que meu Mestre fez isso? Se ele de fato o fez, subiu no meu conceito, pois agora sei que ele é um ser humano como eu. Então, posso confiar nele.”
Identifique e isole o fofoqueiro
O fofoqueiro é um doente, um mal educado e um neurótico. É muito fácil identificar a origem das maledicências. Sempre que alguém contar uma inverdade, ou fizer um comentário pérfido, fraudulento, sobre um fato originalmente verdadeiro, registre quem foi. Mesmo que essa pessoa declare que ouviu dizer, que a origem da estória não foi ela. Se o fato se repetir com a mesma pessoa, ela passa a ser considerada responsável pela origem dos rumores ou divulgadora deles, o que é igualmente grave.
Os quatro filtros
Antes de passar um comentário adiante, pense:
É verdade?
Tem certeza?
É útil?
Vai contribuir para fazer as pessoas mais felizes?
Se não satisfizer a cada um desses crivos, não passe o comentário para a frente.
Como lidar com o disse-me-disse
Com o zum-zum-zum, sempre devemos ir para trás ao invés de ir para a frente. Explico: quando você escutar alguma coisa que cheire a boato, ou qualquer informação de que alguém disse ou fez algo desabonador, ou de que alguém disse algo de terceiros, ao invés de passar essa informação adiante, retroceda. Pergunte: quem lhe disse isso? Se o caluniador não quiser dizer quem foi, deduza que então foi ele mesmo que inventou. Caso ele diga quem foi, vá mais para trás e consulte essa pessoa. Muitas vezes, já no primeiro a quem você retroceda, basta para descobrir que a história era bem diferente da que lhe foi passada. Se não bastar continue rastreando de onde partiu o futrico.
Como levar o fofoqueiro a se suicidar
Quando alguém disser algo como: “eu soube de uma coisa horrível que o Fulano disse de você”, não pergunte: “o quê?”. Quando alguém disser: “eu não concordo com a orientação desta escola”, não pergunte: “por que?”. Para um fofoqueiro não há coisa pior do que não poder falar. Você não demonstrar interesse pelo que ele tem a dizer ou, até mesmo, impedi-lo (“não fale mais nada; não quero saber”) é a pior coisa que pode acontecer na estratégia do fofoqueiro.
Gourmet Marroquino esta sexta
Friday, June 26th, 2009Este mês a Chef é a Yolanda. Vamos saborear a especialidade da nossa querida aluna e de seguida, sessão de fotos e vídeos do Fest-Yôga.
Recordar os bons momentos partilhados com a nossa egrégora. Não percam!
Fica aqui um cheirinho…
Parabéns Miguel!
Thursday, June 25th, 2009Miguel é o nosso aluno caçula. Simpático, divertido, bem disposto!
A equipa do Espaço Faro e alunos desejam-te um dia muito feliz, votos de saúde, sucesso e muito carinho hoje e sempre.
SwáSthya!!














